segunda-feira, 20 de abril de 2009
Dom Quixote
Dom Quixote
Miguel de Cervantes Saavedra (Autor do livro)
Escritor, dramaturgo e poeta espanhol (1547-1616). É o principal nome da Literatura espanhola. Com Don Quixote de la Mancha, uma sátira aos romances de cavalaria, torna-se o precursor do realismo na Espanha. Nasce em Alcalá de Henares. A partir de 1569, serve como soldado na Itália. Luta contra os turcos na Batalha de Lepanto (1571), na qual perde o movimento da mão esquerda. Em 1575, participa da expedição contra Túnis. É preso por um corsário árabe e passa cinco anos em cativeiro. De volta à Espanha, até 1587, escreve cerca de 30 peças de teatro e seu primeiro livro, A Galatea (1585). Sem êxito na literatura, passa a trabalhar como coletor de impostos. O sucesso chega com Don Quixote de la Mancha (1605), sua principal obra. Conta as aventuras e desventuras de um fidalgo, o personagem-título, e de seu criado, Sancho Pança. Dividido entre a ilusão e a realidade, Don Quixote é considerado o símbolo do espírito idealista e aventureiro do ser humano. Já Sancho Pança é o arquétipo do lado realista e do bom senso. Escreve ainda Novelas Exemplares (1613), uma série de 12 pequenas histórias, e a segunda parte de Don Quixote (1615).
Há quatrocentos anos, quando Miguel de Cervantes criou Dom Quixote de La Mancha, certamente não poderia imaginar que tanto ele quanto seu personagem atravessariam séculos encantando leitores e mais leitores. A história apresenta-nos um ingênuo senhor rural que adorava ler livros de cavalaria e acreditava, de verdade, nas aventuras escritas. Assim, decide tornar-se um cavaleiro andante e passa a viver como se estivesse na Idade Média. Para ele, cavaleiros armados, damas em apuros, gigantes, monstros e moinhos de vento - frutos de sua imaginação - eram seres vivos. Esse clássico do escritor espanhol, com excelente adaptação de Agustín Sánchez Aguilar e tradução de Marina Colasanti - Era uma Vez Dom Quixote -, permite ao jovem leitor viajar pelo mundo da fantasia com o aventureiro cavaleiro, seu fiel escudeiro Sancho Pança, seu cavalo Rocinante e sua amada, a princesa Dulcinéia.
Miguel de Cervantes Saavedra (Autor do livro)
Escritor, dramaturgo e poeta espanhol (1547-1616). É o principal nome da Literatura espanhola. Com Don Quixote de la Mancha, uma sátira aos romances de cavalaria, torna-se o precursor do realismo na Espanha. Nasce em Alcalá de Henares. A partir de 1569, serve como soldado na Itália. Luta contra os turcos na Batalha de Lepanto (1571), na qual perde o movimento da mão esquerda. Em 1575, participa da expedição contra Túnis. É preso por um corsário árabe e passa cinco anos em cativeiro. De volta à Espanha, até 1587, escreve cerca de 30 peças de teatro e seu primeiro livro, A Galatea (1585). Sem êxito na literatura, passa a trabalhar como coletor de impostos. O sucesso chega com Don Quixote de la Mancha (1605), sua principal obra. Conta as aventuras e desventuras de um fidalgo, o personagem-título, e de seu criado, Sancho Pança. Dividido entre a ilusão e a realidade, Don Quixote é considerado o símbolo do espírito idealista e aventureiro do ser humano. Já Sancho Pança é o arquétipo do lado realista e do bom senso. Escreve ainda Novelas Exemplares (1613), uma série de 12 pequenas histórias, e a segunda parte de Don Quixote (1615).
Há quatrocentos anos, quando Miguel de Cervantes criou Dom Quixote de La Mancha, certamente não poderia imaginar que tanto ele quanto seu personagem atravessariam séculos encantando leitores e mais leitores. A história apresenta-nos um ingênuo senhor rural que adorava ler livros de cavalaria e acreditava, de verdade, nas aventuras escritas. Assim, decide tornar-se um cavaleiro andante e passa a viver como se estivesse na Idade Média. Para ele, cavaleiros armados, damas em apuros, gigantes, monstros e moinhos de vento - frutos de sua imaginação - eram seres vivos. Esse clássico do escritor espanhol, com excelente adaptação de Agustín Sánchez Aguilar e tradução de Marina Colasanti - Era uma Vez Dom Quixote -, permite ao jovem leitor viajar pelo mundo da fantasia com o aventureiro cavaleiro, seu fiel escudeiro Sancho Pança, seu cavalo Rocinante e sua amada, a princesa Dulcinéia.
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